No âmbito das obrigações decorrentes da aplicação do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 56/2011, os Operadores dos equipamentos abrangidos pelo referido artigo deverão comunicar à Agência Portuguesa do Ambiente (APA), até ao dia 31 de Março de 2015, dados relativos à utilização de gases fluorados com efeito de estufa no decorrer do ano civil de 2014. Solicitando a comunicação da seguinte informação:

• Quantidade de cada gás fluorado com efeito de estufa existente no dia 1 de Janeiro do ano civil em questão;
• Quantidade adquirida no decorrer do ano em vasilhame para recarga em equipamentos existentes (kg);
• Quantidade contida no interior (pré-carga) dos equipamentos adquiridos durante o ano (Kg);
• Quantidade de cada gás fluorado com efeito de estufa que tenha recuperado para efeito de recarga no mesmo equipamento (kg);
• Quantidade de cada gás fluorado com efeito de estufa que tenha recuperado para efeito de recarga noutro equipamento (kg);
• Quantidade de cada gás fluorado com efeito de estufa que tenha recuperado para efeito de reciclagem;
• Quantidade de cada gás fluorado com efeito de estufa que tenha recuperado para efeito de valorização/regeneração;
• Quantidade de cada gás fluorado com efeito de estufa que tenha recuperado para efeito de destruição.

Para tal deverá ser utilizado o Formulário online para a Comunicação de Dados, cujo manual do utilizador se disponibiliza.

Mais se informa que os utilizadores que tenham introduzido dados no ano anterior, não deverão efectuar novo registo. Para a recuperação da senha de acesso, deverão consultar o manual do utilizador, que se encontra no topo esquerdo, no seguinte link:

AVACR2

Em derrogação do primeiro parágrafo, do n.º 1 do artigo 4.º do Regulamento (UE) n.º 517/2014 , até 31 de dezembro de 2016 o equipamento que contenha menos de 3 kg de gases fluorados com efeito de estufa, ou o equipamento hermeticamente fechado, que esteja rotulado como tal e contenha menos de 6 kg de gases fluorados com efeito de estufa, não está obrigado a verificações para deteção de fugas.

CONTRA-ORDENAÇÃO AMBIENTAL LEVE a não comunicação à APA e registo dos equipamentos no SIRAPA e CONTRA ORDENAÇÕES AMBIENTAIS GRAVES o incumprimento das obrigações relativas à recuperação dos gases fluorados com efeito de estufa e do controlo anual do risco de fugas (Decreto-Lei n.º 89/2009, de 31 de Agosto).

 

A partir do dia 1 de Janeiro de 2017, as verificações para deteção de fugas devem ser efetuadas com a seguinte periodicidade:

  1. Para o equipamento que contenha gases fluorados com efeito de estufa em quantidades iguais ou superiores a cinco toneladas de equivalente de CO2, mas inferiores a 50 toneladas de equivalente de CO2: pelo menos de 12 em 12 meses ou, no caso de ter instalado um sistema de deteção de fugas, pelo menos de 24 em 24 meses;
  2. Para o equipamento que contenha gases fluorados com efeito de estufa em quantidades iguais ou superiores a 50 toneladas de equivalente de CO2, mas inferiores a 500 toneladas de equivalente de CO2: pelo menos de seis em seis meses ou, no caso de ter instalado um sistema de deteção de fugas, pelo menos de 12 em 12 meses;
  3. Para o equipamento que contenha gases fluorados com efeito de estufa em quantidades iguais ou superiores a 500 toneladas de equivalente de CO2: pelo menos de três em três meses ou, no caso de ter instalado um sistema de deteção de fugas, pelo menos de seis em seis meses.

Se ainda não fez a intervenção nos seus equipamentos, fazemos a manutenção (preventiva/ correctiva) dos seus equipamentos, solicite o nosso orçamento, ajudamos no preenchimentos das folhas para a APA.

Para quaisquer dúvidas poderão contactar-nos.

MANUTENÇÃO  PREVENTIVA

A não existência de um plano de  manutenção preventiva aos equipamentos de climatização, aumenta o consumo de energético dos equipamentos, promove a ocorrência de problemas de saúde,  reduzindo drasticamente a vida útil do equipamento.

Em Portugal, o Decreto-Lei n.º 118/2013 de 20 de Agosto, que integra o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação (REH), e o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços (RECS) assenta numa autonomização clara entre o regime aplicável aos edifícios de habitação e o regime aplicável aos edifícios de comércio e serviços, num esforço de simplificação e clarificação de uma matéria de cariz predominantemente técnico.

São abrangidos pelo SCE:
˃ Os edifícios ou frações, novos ou sujeitos a grande intervenção;
˃ Os edifícios ou frações existentes de comércio e serviços;
˃Todos os edifícios ou frações existentes a partir do momento da sua venda, dação em cumprimento ou locação posterior a 1 de dezembro de 2013,

O novo SCE revoga o Decreto-Lei n.º 78/2006, o Decreto-Lei n.º 79/2006 e o Decreto-Lei n.º 80/2006, todos de 4 de abril, mantendo transitoriamente em vigor alguns preceitos, até à entrada em vigor diploma que regule as matérias em questão.

De acordo com a legislação em vigor, as instalações e equipamentos de climatização devem possuir um PLANO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVO que estabeleça claramente as tarefas de manutenção previstas, tendo em consideração a boa prática da profissão, as instruções dos fabricantes e a regulamentação existente para cada tipo de equipamento constituinte da instalação. Este plano deve ser elaborado e mantido permanentemente atualizado sob a responsabilidade de técnicos com as qualificações e competências técnicas mínimas exigidas para o exercício da função.

 

Afibraga presta serviços de manutenção em:

  • Aquecimento Central;
  • Ventilação;
  • Ar Condicionado (AVAC).

 

Manutenção Pontual:

Serviços pontuais em tempo oportuno todo o tipo de situações.

 

Manutenção com Contrato:

Serviços com marcação prévia, que incluem: “Visitas” periódicas, usufruindo de preços de mão-de-obra a preços mais convidativos.

Englobando diversos tipos de serviços, nomeadamente, habitações, indústrias, comércio, hotelaria, etc..

 

Campanha de sensibilização:

PORQUÊ FAZER MANUTENÇÃO PREVENTIVA NOS EQUIPAMENTOS DE CLIMATIZAÇÃO?

 

 

 

  • Particulares

F_Particular(1)

  • Empresas

F_EMPRESA(1)

Alfibraga foi uma das empresas pioneiras na Certificação de Empresas em Gases Fluorados com Efeito de Estufa – CERTIF, nos termos estabelecidos nos Regulamentos (CE) 842/2006 e 303/2008 e no Decreto-Lei n.º 56/2011, de 21 de Abril.

A Alfibraga de acordo com o Decreto-Lei n.º 56/2011, pode prestar serviços de Instalação, Manutenção e Assistência Técnica de Equipamentos de Refrigeração, Ar condicionado e Bombas de Calor que contenham Gases Fluorados com Efeito de Estufa.